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Sabedoria,
a grande descoberta da vida
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre
A sabedoria pode ser também algo que podemos usar como
adjetivo para a nossa própria vida.
Quando nós aprendemos que não adianta lutar contra coisas
que não temos poder de resolver. Muitas vezes nós lutamos e lutamos contra
certas situações, procurando fazer o melhor, o que faz parte da vida,
entretanto, nem sempre se consegue ter sucesso. Mas por quê?
Porque há certas coisas pelas quais necessitamos passar, por
mais que isso seja doloroso, por mais que isso nos incomode.
A partir do momento que nós conseguimos aceitar, aquilo que
não temos condições de mudar, como naturais e necessárias para a nossa
formação, para nos transformarmos em um ser melhor e mais perfeito, para nos
ajudar a evoluir (holisticamente), nós começamos a entender e a sentir a
felicidade verdadeira.
Entender que nada acontece por acaso, mas como uma obra de
Deus.
Na realidade as provas pelas quais nós passamos, são provas
necessárias ao nosso progresso.
Algumas provações são consequência da vida atual, outras são
consequência de outras vidas.
O resgate (as consequências) de atos equivocados em vidas
passadas, objetivando a quitação de débitos antigos, possibilitando a
transformação evolutiva.
Entender que nem tudo é possível, por mais que nos
esforcemos.
Aceitar sem se revoltar, entendendo que aquilo que nos
parece um mal no momento pode ser um bem maior e definitivo, é sabedoria.
Celso,
ResponderExcluirCom relação ao sucesso, devemos encará-lo como meros jogos recreativos: às vezes, ganhamos, outras vezes perdemos...o importante na vida é fazer as coisas certas, assim evoluímos, espiritualmente falando, e podemos se aproximar de Deus...
Sem dúvida Eddie! O mais importante é o objetivo dos "nãos" que o Criador nos envia: EVOLUIR!
ExcluirGrande abraço.
Celso
TIMONEIRO (P. da Viola e Hermínio Bello de Carvalho)
ResponderExcluirNão sou eu quem me navega
Quem me navega é o mar
Não sou eu quem me navega
Quem me navega é o mar
É ele quem me carrega
Como nem fosse levar
É ele quem me carrega
Como nem fosse levar
E quanto mais remo mais rezo
Pra nunca mais se acabar
Essa viagem que faz
O mar em torno do mar
Meu velho um dia falou
Com seu jeito de avisar:
- Olha, o mar não tem cabelos
Que a gente possa agarrar
Timoneiro nunca fui
Que eu não sou de velejar
O leme da minha vida
Deus é quem faz governar
E quando alguém me pergunta
Como se faz pra nadar
Explico que eu não navego
Quem me navega é o mar
A rede do meu destino
Parece a de um pescador
Quando retorna vazia
Vem carregada de dor
Vivo num redemoinho
Deus bem sabe o que ele faz
A onda que me carrega
Ela mesma é quem me traz
Bom dia caro amigo Darci.
ExcluirVocê sempre com colocações preciosas. Gosto muito dessa música do Paulinho, aliás, uma das que ouvi pela primeira vez em um show dele chamado "Zumbido" ao qual tive o prazer de assistir no Rio. A letra da música, muito bem observada por você, tem muito a ver com o meu texto... Sinal que estou no caminho certo!
Obrigado por tudo meu amigo.
Abraço.
Celso
Paulo César Batista de Faria sabe das coisas, amigo Celso, aqui com a parceria do também magnífico Hermínio Bello de Carvalho. De que adianta querermos conduzir nossas vidas, nossos destinos se somos impotentes diante de tanta coisa importante. Podemos sim, ter características pessoais próprias, nossos códigos de princípios e de honra, mas certas forças inexplicáveis agem com mais fortemente. Quantos amores perdidos através da vida até encontrar o grande amor, por exemplo. É o timoneiro maior nos guiando pelo imenso oceano por vezes revolto, por vezes calmo. Um abraço.
ExcluirExatamente Darci! Existem coisas além da nossa vontade e, também, da nossa capacidade.
ExcluirAbraço