sábado, 20 de maio de 2017

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Sabedoria, a grande descoberta da vida
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre

A sabedoria pode ser também algo que podemos usar como adjetivo para a nossa própria vida.
Quando nós aprendemos que não adianta lutar contra coisas que não temos poder de resolver. Muitas vezes nós lutamos e lutamos contra certas situações, procurando fazer o melhor, o que faz parte da vida, entretanto, nem sempre se consegue ter sucesso. Mas por quê?
Porque há certas coisas pelas quais necessitamos passar, por mais que isso seja doloroso, por mais que isso nos incomode.
A partir do momento que nós conseguimos aceitar, aquilo que não temos condições de mudar, como naturais e necessárias para a nossa formação, para nos transformarmos em um ser melhor e mais perfeito, para nos ajudar a evoluir (holisticamente), nós começamos a entender e a sentir a felicidade verdadeira.
Entender que nada acontece por acaso, mas como uma obra de Deus.
Na realidade as provas pelas quais nós passamos, são provas necessárias ao nosso progresso.
Algumas provações são consequência da vida atual, outras são consequência de outras vidas. 
O resgate (as consequências) de atos equivocados em vidas passadas, objetivando a quitação de débitos antigos, possibilitando a transformação evolutiva.
Entender que nem tudo é possível, por mais que nos esforcemos.
Aceitar sem se revoltar, entendendo que aquilo que nos parece um mal no momento pode ser um bem maior e definitivo, é sabedoria.

6 comentários:

  1. Celso,
    Com relação ao sucesso, devemos encará-lo como meros jogos recreativos: às vezes, ganhamos, outras vezes perdemos...o importante na vida é fazer as coisas certas, assim evoluímos, espiritualmente falando, e podemos se aproximar de Deus...

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    1. Sem dúvida Eddie! O mais importante é o objetivo dos "nãos" que o Criador nos envia: EVOLUIR!
      Grande abraço.
      Celso

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  2. TIMONEIRO (P. da Viola e Hermínio Bello de Carvalho)
    Não sou eu quem me navega
    Quem me navega é o mar
    Não sou eu quem me navega
    Quem me navega é o mar
    É ele quem me carrega
    Como nem fosse levar
    É ele quem me carrega
    Como nem fosse levar

    E quanto mais remo mais rezo
    Pra nunca mais se acabar
    Essa viagem que faz
    O mar em torno do mar
    Meu velho um dia falou
    Com seu jeito de avisar:
    - Olha, o mar não tem cabelos
    Que a gente possa agarrar

    Timoneiro nunca fui
    Que eu não sou de velejar
    O leme da minha vida
    Deus é quem faz governar
    E quando alguém me pergunta
    Como se faz pra nadar
    Explico que eu não navego
    Quem me navega é o mar

    A rede do meu destino
    Parece a de um pescador
    Quando retorna vazia
    Vem carregada de dor
    Vivo num redemoinho
    Deus bem sabe o que ele faz
    A onda que me carrega
    Ela mesma é quem me traz

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    1. Bom dia caro amigo Darci.
      Você sempre com colocações preciosas. Gosto muito dessa música do Paulinho, aliás, uma das que ouvi pela primeira vez em um show dele chamado "Zumbido" ao qual tive o prazer de assistir no Rio. A letra da música, muito bem observada por você, tem muito a ver com o meu texto... Sinal que estou no caminho certo!
      Obrigado por tudo meu amigo.
      Abraço.
      Celso

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    2. Paulo César Batista de Faria sabe das coisas, amigo Celso, aqui com a parceria do também magnífico Hermínio Bello de Carvalho. De que adianta querermos conduzir nossas vidas, nossos destinos se somos impotentes diante de tanta coisa importante. Podemos sim, ter características pessoais próprias, nossos códigos de princípios e de honra, mas certas forças inexplicáveis agem com mais fortemente. Quantos amores perdidos através da vida até encontrar o grande amor, por exemplo. É o timoneiro maior nos guiando pelo imenso oceano por vezes revolto, por vezes calmo. Um abraço.

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    3. Exatamente Darci! Existem coisas além da nossa vontade e, também, da nossa capacidade.
      Abraço

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