
(IMAGEM GOOGLE)
O
Mar e a vida
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre
Uma viagem marítima anterior ao século XX exigia técnicas de
navegação sensivelmente diferentes das atuais.
Hoje com computadores interligados a satélites e GPS, a navegação através dos astros, estrelas e do azimute praticamente caíram em desuso.
No entanto se estivéssemos embarcando em um grande navio à vela nos idos do século XIX, a viagem teria início nas tranquilas e seguras águas do porto.
Ao sair do porto as velas desfraldadas ao vento impulsionariam a embarcação para o mar.
Ao entrar em mar aberto, no balanço da embarcação, sentir-se-ia a intensidade das ondas.
O comandante e o navegador estariam atentos às referências disponíveis e necessárias à navegação: à bússola, ao sol, as correntes marítimas, e à noite, diante de maiores dificuldades, a navegação seria feita pela posição dos astros e estrelas.
No decorrer da viagem, naturalmente, surgiriam novos desafios, chuvas, ventos mais fortes, tempestades, mar agitado que, iriam requerer habilidade, discernimento e confiança para a condução do navio ao porto seguro do destino.
Analisando essa antiga travessia oceânica e a nossa vida, pode-se dizer que ambas guardam certa semelhança.
Em ambas ocorrem momentos de calmaria e de tormentas.
Na viagem há instantes de grande beleza observados no voo das gaivotas, no céu azul encontrando-se com o mar no horizonte, no brilho noturno das estrelas, no romantismo da lua... todavia há momentos tristes de solidão e de apreensão.
A navegação através das estrelas, orientando o navio a seguir no rumo certo, assim como, nosso anjo da guarda nos guia e orienta, evitando que nos percamos, mesmo nos mares turbulentos da emoção.
A travessia, através dos desafios do mar, acelera nossa adrenalina; assim com a travessia da vida também, através de uma grande paixão, um grande amor, igualmente mexem com nossa adrenalina agitando nosso coração!
Quer seja no grande veleiro, quer na vida, sempre há um grande condutor. No barco um piloto experiente, na vida Ele, o melhor de todos os pilotos a guiar nossos passos.
Boa viagem!
Hoje com computadores interligados a satélites e GPS, a navegação através dos astros, estrelas e do azimute praticamente caíram em desuso.
No entanto se estivéssemos embarcando em um grande navio à vela nos idos do século XIX, a viagem teria início nas tranquilas e seguras águas do porto.
Ao sair do porto as velas desfraldadas ao vento impulsionariam a embarcação para o mar.
Ao entrar em mar aberto, no balanço da embarcação, sentir-se-ia a intensidade das ondas.
O comandante e o navegador estariam atentos às referências disponíveis e necessárias à navegação: à bússola, ao sol, as correntes marítimas, e à noite, diante de maiores dificuldades, a navegação seria feita pela posição dos astros e estrelas.
No decorrer da viagem, naturalmente, surgiriam novos desafios, chuvas, ventos mais fortes, tempestades, mar agitado que, iriam requerer habilidade, discernimento e confiança para a condução do navio ao porto seguro do destino.
Analisando essa antiga travessia oceânica e a nossa vida, pode-se dizer que ambas guardam certa semelhança.
Em ambas ocorrem momentos de calmaria e de tormentas.
Na viagem há instantes de grande beleza observados no voo das gaivotas, no céu azul encontrando-se com o mar no horizonte, no brilho noturno das estrelas, no romantismo da lua... todavia há momentos tristes de solidão e de apreensão.
A navegação através das estrelas, orientando o navio a seguir no rumo certo, assim como, nosso anjo da guarda nos guia e orienta, evitando que nos percamos, mesmo nos mares turbulentos da emoção.
A travessia, através dos desafios do mar, acelera nossa adrenalina; assim com a travessia da vida também, através de uma grande paixão, um grande amor, igualmente mexem com nossa adrenalina agitando nosso coração!
Quer seja no grande veleiro, quer na vida, sempre há um grande condutor. No barco um piloto experiente, na vida Ele, o melhor de todos os pilotos a guiar nossos passos.
Boa viagem!
Excelente texto sob o título: " No Limiar de Uma Nova Era". Parabenizo o autor e amigo CELSO GHEBZ GHELARDINO GUTIERRE, por descrever, de maneira sucinta, a trajetória das embarcações, navios, na era dos descobrimentos e já na era atual, os modernos transatlânticos, comparando à trajetória de nossas vidas, mormente nas emoções advindas do sentimento do amor apaixonado de nosso tempo! Grande abraço.
ResponderExcluirObrigado pelas palavras amigo Vincent.
ExcluirAbração!