sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

(IMAGEM GOOGLE)

Por que eu me desinteresso pelas coisas?
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre

Essa desconfortável pergunta persegue você? Creio que sim. A mim persegue sempre. E, a muito tempo eu procurava a resposta.
Até que encontrei a resposta através de Paulo Coelho: “Tentei durante dois anos aprender a tocar violão: progredi muito no começo, até que cheguei a um ponto em que não consegui avançar mais – porque descobri que outros aprendiam mais rápido do que eu, senti que era medíocre, resolvi não passar vergonha, decidi que aquilo não me interessava mais. O mesmo aconteceu com o jogo de sinuca, futebol, corrida de bicicleta; aprendia o bastante para fazer tudo razoavelmente, mas chegava um momento em que não conseguia seguir adiante. 
Por quê?
Porque a história que nos foi contada diz que em determinado momento de nossas vidas “chegamos ao nosso limite”. Mais uma vez eu me lembrava da minha luta para negar meu destino de escritor..."
É isso, aí está a resposta. Foi o que eu disse, para mim mesmo, quando li.
Por isso eu desisto quando percebo que me tornei razoável no que estava aprendendo. Não consigo me tornar virtuoso (aquele que tem virtudes, que atingiu excelência no que faz), acabo parando antes, aceito que já atingi o meu limite.
Mas qual limite? 
Por que eu tenho que estabelecer limite para o meu progresso se eu também ouvi que como filho de Deus posso tudo?
Se existe a Lei da Atração, aquela que me diz: Tudo o que você quiser verdadeiramente e visualizar-se com ela, você a terá... Então os limites não existem para as conquistas.
Qual o limite dos sonhos?
"Não se preocupe com a distância entre seus sonhos e a realidade; se você pode sonhá-lo, você pode realizá-lo.” (Anônimo)
Li certa vez algo mais ou menos assim: 
Se o seu sonho está distante,
a única preocupação é a de como chegar até lá.
Se for longe comece já...
(A última linha é por minha conta...) 

  



Nenhum comentário:

Postar um comentário