
(IMAGEM GOOGLE)
Por que eu me desinteresso pelas coisas?
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre
Essa desconfortável pergunta persegue você? Creio
que sim. A mim persegue sempre. E, a muito tempo eu procurava a resposta.
Até que encontrei a resposta através de Paulo
Coelho: “Tentei durante dois anos aprender a tocar
violão: progredi muito no começo, até que cheguei a um
ponto em que não consegui avançar mais – porque descobri que outros aprendiam
mais rápido do que eu, senti que era medíocre, resolvi não passar vergonha,
decidi que aquilo não me interessava mais. O mesmo aconteceu com o jogo de
sinuca, futebol, corrida de bicicleta; aprendia o bastante para fazer tudo
razoavelmente, mas chegava um momento em que não conseguia seguir adiante.
Por quê?
Porque a história que nos foi contada diz
que em determinado momento de nossas vidas “chegamos ao nosso limite”. Mais uma vez eu me lembrava da minha luta para negar meu destino de escritor..."
É isso, aí está a resposta. Foi o que eu disse, para mim mesmo, quando li.
Por isso eu desisto quando percebo que me tornei
razoável no que estava aprendendo. Não consigo me tornar virtuoso (aquele que tem
virtudes, que atingiu excelência no que faz), acabo parando antes, aceito que
já atingi o meu limite.
Mas qual limite?
Por que
eu tenho que estabelecer limite para o meu progresso se eu também ouvi que como
filho de Deus posso tudo?
Se existe a Lei da Atração, aquela que me diz: Tudo o que você quiser verdadeiramente e
visualizar-se com ela, você a terá... Então os limites não existem para as conquistas.
Qual o limite dos sonhos?
"Não se preocupe com a distância entre seus
sonhos e a realidade; se você pode sonhá-lo, você pode realizá-lo.” (Anônimo)
Li certa vez algo mais ou menos assim:
Se o seu sonho está distante,
a
única preocupação é a de como chegar até lá.
Se for longe comece já...
(A última linha é por minha conta...)
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