segunda-feira, 28 de novembro de 2016


James Dean (Capítulo II)
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre

Desde criança irritava-se com a rotina, buscava sempre coisas diferentes.

Quando tinha nove anos perdeu sua mãe, fato que aumentou sua insegurança.
De comportamento solitário não fazia muitos amigos.
Suas notas não diziam que fosse bom aluno, embora tivesse uma mente brilhante.
Destacava-se nos esportes. Atividades que envolviam riscos eram as preferidas.


   Atividades que envolviam riscos eram as preferidas.

Fazia bem praticamente tudo na primeira tentativa.
Era autodidata, possuía iniciativa própria e motivação elevada.
Quando escolheu a carreira de ator, estudava e pesquisava tudo sobre a arte da interpretação.
Sua interpretação era magistral, qualquer personagem que lhe dessem, ele pesquisava à exaustão cada detalhe da atividade do personagem.
Na medida em que ia tornando-se conhecido no meio teatral e em séries da TV, outras características, também, passaram a ser mencionadas, especialmente sobre seu temperamento considerado mal-humorado; indiferente a sugestões; difícil de conviver; chato; havia boatos sobre sua suspeita bissexualidade; e sua impontualidade que irritava os diretores e os colegas. Certa vez perdeu totalmente o ensaio de figurino; estava sentado em um café, sozinho, e se esqueceu. Quem sabe por onde sua mente viajava...

 




Sua interpretação era magistral, qualquer personagem que lhe dessem, ele pesquisava à exaustão cada detalhe da atividade do personagem. 
Inicialmente, muitos não acreditavam em seu talento, entretanto ao o virem atuar ficavam maravilhados. Muitos dos que trabalhavam com ele afirmavam: era difícil trabalhar com ele nos ensaios, porém no momento da atuação ele era soberbo.... Quando subia ao palco demonstrava total domínio.
Ele era capaz de olhar para uma fruteira e interagir com as frutas como se elas estivessem vivas.

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