terça-feira, 29 de novembro de 2016


James Dean (Capítulo III)
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre

Era tão acentuado seu gênio criativo que Dean raramente refazia uma cena da mesma maneira. Ele não ficava satisfeito facilmente, sempre procurava maneiras de se aprofundar num papel ou fazer a cena exprimir realidade máxima. 
Sua interpretação era intuitiva e de uma beleza ímpar, e ele tinha coragem para coloca-las em prática.
Em 6 de outubro de 1953 recebeu da revista “Variety” o comentário: “Um recém-chegado, James Dean, roubou as atenções, com um desempenho que deu vida a um melodrama comum. Ele tem um belo futuro pela frente ”.
Qualquer coisa que fizesse era sempre importante, dava o máximo de si em tudo. Mesmo quando brincava com sua filmadora, sempre procurava algo diferente.
A atriz Geraldine Page dizia: “Ele teria sido um diretor extraordinário, pois tinha uma capacidade particular de estimular a imaginação, sem nada restringir”.
Os três grandes filmes de Dean.
Finalmente é convidado para o primeiro deles: The East of Eden (Vidas Amargas)
Jimmy era muito talentoso. Não havia nada que não pudesse fazer!

Elia Kazan, famoso diretor, escolheu Dean para o papel de Cal Trask, por traços da personalidade e o seu talento extraordinário.
A atriz Julie Harris, confessou mais tarde: ”Jimmy era muito talentoso. Não havia nada que não pudesse fazer!

Elia Kazan escolheu Dean para o papel de Cal Trask, por traços da personalidade e o seu talento extraordinário.

As peripécias do ator não eram segredo para ninguém e Kazan logo procurou manter Jimmy sob controle. Uma das primeiras coisas que fez foi proibir Dean de andar na moto Triumph recém adquirida.
 No set de filmagem vizinho conheceu uma linda atriz italiana, Pier Angeli. Ao referir-se a ela: “Não é deste mundo”, afirmou Dean.
De imediato o romance saiu na imprensa e a mãe de Pier não aprovou o namoro. 

Com Pier, Dean tornou-se menos excêntrico e mais cuidadoso ao dirigir.

Nenhum comentário:

Postar um comentário