
James Dean (Capítulo III)
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre
Era tão
acentuado seu gênio criativo que Dean raramente refazia uma cena da mesma
maneira. Ele não ficava satisfeito facilmente, sempre procurava maneiras de se
aprofundar num papel ou fazer a cena exprimir realidade máxima.
Sua
interpretação era intuitiva e de uma beleza ímpar, e ele tinha coragem para
coloca-las em prática.
Em 6 de
outubro de 1953 recebeu da revista “Variety” o comentário: “Um recém-chegado, James Dean, roubou as atenções, com um desempenho
que deu vida a um melodrama comum. Ele tem um belo futuro pela frente ”.
Qualquer
coisa que fizesse era sempre importante, dava o máximo de si em tudo. Mesmo
quando brincava com sua filmadora, sempre procurava algo diferente.
A atriz
Geraldine Page dizia: “Ele teria sido um diretor extraordinário, pois tinha uma
capacidade particular de estimular a imaginação, sem nada restringir”.
Os três
grandes filmes de Dean.
Finalmente é
convidado para o primeiro deles: The East of Eden (Vidas Amargas)
Jimmy era muito talentoso. Não havia nada que não pudesse
fazer!
Elia Kazan,
famoso diretor, escolheu Dean para o papel de Cal Trask, por traços da
personalidade e o seu talento extraordinário.
A atriz
Julie Harris, confessou mais tarde: ”Jimmy era muito talentoso. Não havia nada
que não pudesse fazer!
Elia Kazan escolheu Dean para o papel de Cal
Trask, por traços da personalidade e o seu talento extraordinário.
As
peripécias do ator não eram segredo para ninguém e Kazan logo procurou manter
Jimmy sob controle. Uma das primeiras coisas que fez foi proibir Dean de andar
na moto Triumph recém adquirida.
No set de filmagem vizinho conheceu uma linda
atriz italiana, Pier Angeli. Ao referir-se a ela: “Não é deste mundo”, afirmou
Dean.
De imediato
o romance saiu na imprensa e a mãe de Pier não aprovou o namoro.
Com Pier,
Dean tornou-se menos excêntrico e mais cuidadoso ao dirigir.
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