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Celso Ghebz Ghelardino Gutierre
Que
luz é essa iluminando as sombras do espaço sideral, oriunda do centro do
Universo e que brilha com intensidade, mas sem ofuscar a visão?
Que
guiou três peregrinos de longínquas terras, através de desertos e montanhas por
caminhos que desconheciam.
Três
viajantes reais que se fizeram humildes e simples como caminheiros comuns.
Luz
configurada em estrela, indicando à intuição deles, a rota a seguir.
Até
chegarem em um pequeno estábulo, onde há poucos dias havia nascido uma criança,
que dividiria o tempo em antes e depois dela. O Rei dos reis estava ali em
absoluta simplicidade.
Há
aqueles que consideram triste a época do Natal, talvez por focarem que os mais
pobres não terão ceia, presentes, mas esse não é o verdadeiro espírito da data.
A
Realeza do Cristo é presente na sua essência, fato consagrado desde seu
nascimento. A data é a celebração da sua chegada!
O
Espírito do Natal deve marcar o nascimento de uma nova atitude de mudança
íntima em cada um, não apenas restrita a dezembro, mas, também a janeiro,
fevereiro, março...
Essa
Luz deve nos guiar sempre, em cada atitude que tomarmos.
Quanto
aos reis magos, mencionados no Evangelho segundo Mateus, não se sabe muita
coisa, a citação indica mais de um. A tradição registra a oferta de três
presentes, daí três reis. Todavia, nem se sabe ao certo se eram reis, poderiam
ser sacerdotes da região da Pérsia ou, talvez, astrólogos interessados na nova
estrela.
Belchior (ou Melchior), seria da Pérsia, Gaspar, rei da Índia e Baltazar, rei da Arábia.
O
tipo dos presentes dá a entender que: o ouro era presente para um rei; o
incenso, para alguém espiritualizado e a mirra, para um profeta.
Com
isso, aos reis magos é atribuída a tradição de dar presentes no dia de Natal.
Quanto a Luz, pode-se dizer no mínimo que iluminou as trevas espirituais do Homem, mesmo tendo sido tão obscurecida por séculos de desmando daqueles incumbidos para difundir a Boa Nova.
Luz que jamais se apagou e ilumina nossos passos nas descobertas
dos segredos imutáveis das leis do Universo, proporcionando assim o nosso
entendimento dos porquês de ora termos o “sim”, ora o “não” para os nossos
desejos, especialmente os derivados do ego. Por outro lado, nos mostra que
aquilo que queremos a partir do nosso “Eu” sábio, fruto das incontáveis
experiências através dos tempos, é geralmente satisfeito. Momento de
excelência em que se descortina o véu entre o Criador e a criatura...
Luz que clareia nosso caminho, luz que nos fornece grandes ideias, luz que chega com nascimento de uma criança, luz que nos leva á Jesus. Parabéns Celso, grande na escrita r nas ideias.
ResponderExcluirMuito obrigado!!! Por favor identifique-se, para que eu possa agradecer pelo nome!
ResponderExcluirCelsinho e toda delicadeza em descrever este marco importante para a Humanidade, a chegada do menino Jesus..
ResponderExcluir. Lindo e tocante! Abraços!
Obrigado meu amigo Claudio Maestro!
ResponderExcluirTop 🙏🙏
ResponderExcluirMuito obrigado!
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