
REFLEXÕES (HOJE É DIA DE SER FELIZ)
(Reed comp)
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre
Um dia desses recebi de uma amiga uma mensagem que
dizia: “Hoje é dia de ser feliz!”, e continuava: “É loucura jogar fora todas
as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo”. (Do livro “O
Pequeno Príncipe”).
Essa pequena frase serve para a vida toda, pois a
vida é somatório de tentativas, onde algumas dão certo, outras não.
Fiquei na dúvida se a frase era mesmo do livro,
todavia não por muito tempo. Fui atrás do volume mencionado e confirmei.
A obra genial e apenas supostamente infantil,
coloca o ponto de vista crítico da criança em relação ao comportamento
antinatural do adulto.
Desde as primeiras páginas o autor nos convida à
reflexão. E, através da interpretação de desenhos demonstra que a ótica adulta
é sensivelmente distinta da infantil.
Enquanto o adulto vê o desenho a partir de uma
perspectiva minimalista, a criança o vê além da retina, acrescentando a
imaginação e tudo aquilo que povoa seus pensamentos fantasiosos.
O adulto exercita a análise rotineira, que tolhe a
liberdade criativa, se deixa levar pelas regras censoras, que impedem o voo da
sua imaginação.
Através do bom senso, o indivíduo vive melhor
quando não se submete a todas as regras. É preciso viver a sua verdade, ou
seja, aquilo que sente, o que lhe proporciona o bem.
As normas, os hábitos e as tradições, por vezes,
tolhem o indivíduo em sua identidade.
As experiências, tais como os desafios, a sensação
de angústia, o tédio, a ansiedade e os gostos, são muito próprios de cada um;
portanto, definições ou fórmulas prontas para grupos não irão satisfazer as
diferentes necessidades individuais.
Cada pessoa é um universo à parte, e regras
comportamentais coletivas devem ser usadas tão somente como referências, não
como paradigmas, e jamais como modelos a serem seguidos por todos
indistintamente.
Seguramente entre as conquistas da humanidade, a
liberdade está entre as mais importantes.
Felizmente nos dias de hoje, veem-se, não poucos,
jovens trocando altos salários por empregos que não firam seus princípios e que
lhes dê a possibilidade de fazerem aquilo que gostam.
A saúde física e mental de cada um desses jovens lhes
será grata no futuro.
Viver é sinônimo de viver bem, nunca apenas
sobreviver.
Antoine de
Saint-Exupéry, como a maioria dos homens geniais, estava à frente de seu tempo.
E, sua obra prima, “O Pequeno Príncipe” confirma isso.
Quando nos tornamos idosos, percebemos que uma criança nunca joga fora uma oportunidade de ser feliz.
ResponderExcluirInfelizmente, antes de nós tornarmos idosos temos de passar pela idade adulta, onde nossas preocupações não nos permitem pensar em felicidade, e antes ainda fomos jovens, idade onde nossas forças, nossos hormônios, nosso raciocínio, estão todos no ápice. Sabemos tudo, e não temos tempo para acreditar na felicidade...
Me parece que alguém, bem mais sábio que eu já disse que a juventude é a melhor época de nossas vidas. Boa demais para ser desperdiçada com os jovens...
Como idosos, só nos resta rir daquilo que desperdiçamos na juventude, e encontrar a felicidade que se esconde em cada momento singelo que ainda nos resta na jornada que chamamos vida...
Melhor seria passar da infância para a dita terceira idade.
ResponderExcluirEsqueci de assinar:
Artur Heger.
Obrigado meu amigo!
ExcluirInteressante sua colocação da 1ª para a 3ª idade.
Grande abraço!
Reflexão maravilhosa!!!
ResponderExcluirMuito obrigado Andréa!
ExcluirGostei muito
ResponderExcluirPrincipalmente da analogia dos livros ditos infantis.
Sempre passando as mensagens divinas , não só para as crianças, mas para quem tem o mínimo de sensibilidade e evolução.
Outro livro “ infantil “ com muito conhecimento é o : Ami o menino das estrelas.
Edileia
Obrigado pelas suas palavras Ediléia! Grande abraço!
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