
(IMAGEM GOOGLE)
A MISSÃO DE CADA UM
By Celso
Ghebz Ghelardino Gutierre
Embora, nem sempre seja claro ou se acredite, cada um tem
uma missão. Essa missão, por vezes, é confundida com, por exemplo, casar e ter
filhos que, sem dúvida, é importante. Porém, a amplitude da missão é
incomparavelmente maior, especialmente quando objetiva proporcionar algo para a
coletividade.
Para descobri-la, é preciso saber ouvir a própria essência. É algo que vem da alma, e muitas vezes
está em contradição com as atividades desenvolvidas ou a profissão, pois
vivemos uma realidade que está distante do nosso eu verdadeiro. Incoerência
esta que, provoca um grande vazio íntimo,
uma insatisfação crônica, que só será superada quando cumprida a missão!
Uma vez descoberta a missão, há que se pensar em como ela será
realizada. Para isso se faz necessário organizar metas para a sua concretização,
acreditar em seu potencial, depois trabalhar para atingi-la. Quando se foca em um
objetivo altruísta, todas as boas energias
do Universo são atraídas corroborando para sua realização.
A minha missão
A primeira grande barreira, foi saber ouvir o meu eu, a
interferência provocada pela agitação do dia-a-dia era intensa e bloqueava essa
percepção.
Todavia, quando a intuição aflorou, eis que surgiu a
cristalina verdade de que viver para
realiza-la é imensamente superior a sobreviver
a rotina tediosa.
A minha missão não visa retorno monetário, e sim fazer o bem
ao maior número possível de pessoas, ainda que em pequena escala, realizar algo
para a humanidade.
Foi o que estabeleci para mim como objetivo, escrever para
que as pessoas conseguissem se sentir melhor,
mais felizes, mais reflexivas. Que sonhassem e realmente
vivessem plenamente.
Essa é a minha grande ambição. Inicialmente, até sonhava em
receber remuneração de alguma revista ou jornal, pelas publicações. Hoje, objetivo
exclusivamente ser arauto de tudo o que faz bem.
É a minha contrapartida ao bombardeio diário de notícias
ruins que, deixam todos assustados, pessimistas e desesperançados.
O bem é a realidade,
enquanto o mal é a ausência do bem, como nos ensina a Sabedoria.
Está na hora de acreditarmos no bem, de mudarmos para
melhor, de sermos melhores, de trabalharmos para a sua implantação definitiva
na Terra.
É um sonho? Sim, mas um
sonho bom. Basta de pesadelos.
Não desanime pelo fato do mundo estar conturbado, pois ocorre
da mesma forma em uma casa quando é reformada para melhor. As mudanças já
começaram, a bagunça tornou-se aparente, embora ela sempre estivesse presente,
a diferença é que agora ela é visível. E, sendo vista, ela pode ser modificada.
A sensação inicial é a de remar contra a maré, os
pessimistas de plantão afirmarão, o mundo nunca irá mudar, não adianta.
Esquecendo-se de que não há verdade absoluta para nós, humanos. A dificuldade
está em ter coragem para mudar. A
mudança começa na parte para atingir o todo, assim como, começa em cada um para
atingir a coletividade.
Comece a mudando
a si mesmo e a mudança ganhará progressivamente, e cada vez mais rápido, a
mudança dos demais.
Muito sabiamente seu texto mostra que a missão de cada um em busca de ser feliz, dentro de uma coletividade, passa pela solidariedade para com os demais, exercida de muitas formas, entre elas textos como os que escreve.
ResponderExcluirNa Revista Espírita de janeiro de 1867, há o seguinte texto:
"É em vão que procura o complemento do seu ser, quer dizer, a felicidade em si mesmo ou naquilo que o cerca isoladamente:ele não pode encontrá-lo senão no homem ou na humanidade. Não fazeis, pois, nada para ser pessoalmente felizes, enquanto a infelicidade de um membro da humanidade, de uma parte de vós mesmos, possa vos afligir.
A civilização desenvolve o senso moral e, ao mesmo tempo, o sentimento de caridade, que leva os homens a se prestar mutuo apoio. Os que vivem à custa das privações dos outros exploram, em seu proveito, os benefícios da civilização. Desta têm apenas o verniz, como muitos há que dá religião só têm a mascara."
Olá amigo Claudio! Muito interessante a matéria da Revista Espírita. E, mais uma vez, obrigado pelas suas palavras.
ResponderExcluirGrande abraço!