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CRESCIMENTO PESSOAL
Maledicência
(Rep)
(Rep)
By Celso Ghebz
Ghelardino Gutierre
Será que alguém acredita que maldizer o outro faz ou proporciona algo de
bom para alguém?
A maledicência só traz desgraças, semeando mágoas e desavenças. É o jeito
hipócrita de transferir para outra, ou outras pessoas, a responsabilidade do
que de ruim e perverso existe, dentro da própria pessoa que está maldizendo.
Normalmente ela tem início com a conhecida frase: “sabe eu não queria
falar, mas acredito que tenho a obrigação de contar...”, o objetivo é um só,
criar condições de nos atiçar contra alguém.
No livro “Aulas da Vida” o Irmão X, psicografado por Chico Xavier, nos
fala de “Os Três Crivos”:
“Certa vez, um conhecido aproximou-se de Sócrates e disse-lhe: - Escuta,
na condição de teu amigo, tenho alguma coisa muito grave para dizer-te, em
particular...”.
- Espera! ... Falou o sábio
prudente. Já passastes o que me vais dizer pelos três crivos? – Três crivos?!
Perguntou o visitante.
- Sim, meu caro amigo, três crivos. O primeiro é o crivo da verdade.
Guarda absoluta certeza, quanto àquilo que pretendes comunicar?
- Bem, assegurar mesmo eu não posso. Mas ouvi
dizer e.... então...
- Exato. Decerto peneirastes o assunto pelo segundo crivo, o da bondade.
Ainda que não seja real o que julgas saber, será, pelo menos, bom o que me
queres contar?
Hesitando, o homem replicou: - Isso não! .... Muito pelo contrário...
- Ah! Tornou o sábio. Então recorramos ao terceiro crivo, o da utilidade,
e notemos o proveito do que tanto te aflige.
- Útil?!... Aduziu o visitante ainda agitado. Útil não é....
Bem, ponderou o filósofo num sorriso, se o que tens a confiar não é
verdadeiro, nem bom e nem útil, esqueçamos o problema e não te preocupes com
ele, já que nada valem casos que sem edificações para nós...
Os textos publicados com o título "Crescimento Pessoal" são parte integrante do livro com o mesmo nome. Livro é força de expressão, pois ainda não foi publicado.
Difícil, muito difícil, evitarmos falar de outrem. Se falamos apenas de nós mesmos somos taxados de egocêntricos e mais alguns adjetivos nada enaltecedores. Fatos de vidas alheias acabam sendo importantes, seja como exemplo positivo, negativo ou mesmo mera diversão. Impossível mesmo é em conversas não nos reportarmos a terceiros nem sempre presentes. Os três crivos, ora ora, nenhum de nós é sábio como Sócrates...
ResponderExcluirSem dúvida é difícil, todavia é um paradigma a ser seguido!
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