
(IMAGEM GOOGLE)
Aquela
dor no coração
(Rep)
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre
Algo que ameniza, porém não passa; às
vezes parece que foi embora, entretanto volta com intensidade redobrado.
Suas lembranças machucam profundamente,
não o corpo, mas a alma; têm sabor amargo e não há como tirar o gosto de fel; o
pensamento, otimista como sempre, tenta argumentar que logo irá superar e tudo
o que se espera de felicidade virá, no entanto logo suas palavras são sopradas
para longe pelo vento da realidade...
Existem muitas formas de sofrimento, a
do coração talvez seja a mais profunda. Não é fácil conviver com ela, sobretudo
quando não há previsão para que ela desocupe o coração.
Entretanto o que é a vida sem amar, se
não a própria ausência da vida!
Quando a cautela é grande, os riscos
são minimizados; porém como viver sem o oxigênio do coração: o amor?
Vale a pena arriscar pela felicidade?
Viver covardemente para talvez não
sofrer?
Carlos Drummond de Andrade ousou
responder a essas indagações:
O desperdício da vida
“Cada dia que vivo, mais me convenço
de que o desperdício da vida está no amor
que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca,
e que esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional.”
A felicidade é conquistada
individualmente, ou seja, sem a necessidade de outro, todavia quando há alguém
ela se expande, se consubstancia.
Por outro lado, sentimentos escondidos
ou contidos, materializam-se em doenças, algumas delas graves.
É difícil falar em um remédio para
curar a dor que oprime o peito, especificamente o coração, no entanto o
Universo conspira a seu favor, e tudo caminha para o equilíbrio – mesmo que não
pareça. O que é verdadeiro permanece, o que não é não fica. Pense positivamente
e deseje o melhor. E, ele virá.
Por isso: “Não abandone o amor, jamais
deixe de amar”!
Que lindo texto!
ResponderExcluir"Existem muitas formas de sofrimento, a do coração talvez seja a mais profunda."
Creio que perder um ente querido seja a mais profunda. Já vi gente enlouquecer por ter perdido um filho. Ohh... :(
“Não abandone o amor, jamais deixe de amar!"
Nunca, nunca, nunca! :D <3
Bjs!
Viviane
Obrigado Viviane!
ExcluirAssim como você, eu também, acredito que a dor do sofrimento (coração) é a mais intensa.
Bjs querida!
Celso
Parabéns, Celso. Que beleza. Lembro de quando você estava projetando o 'No Limiar'. Mal sabia que você tinha tanto a ensinar e sei que ainda há muito mais. Obrigado e um abraço.
ResponderExcluirMuito obrigado, por suas palavras, meu amigo Darci! Não é sempre que recebemos tão grande distinção!
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