(IMAGEM GOOGLE)

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SELF, o que é?
By Celso Ghebz Ghelardino Gutierre
O que é Self?
Pergunte a um jovem ou a uma criança e a reposta virá
instantaneamente:
Um retrato feito por mim mesmo com o celular!
Na realidade autorretrato não é Self, mas selfie. Além da
pronúncia diferente o significado, também, é totalmente diferente. Selfie é uma
palavra inglesa. Trata-se de um modernismo derivado da palavra self-portrait
que significa autorretrato.
Self é muito mais do que isso. O ego é apenas uma parte do
todo que é o Self.
Self é o principal objetivo do ser humano.
Na realidade self é o próprio objetivo da vida.
Quantas centenas de vezes você se perguntou: “O que estou eu
fazendo aqui, qual a finalidade da minha existência”?
As respostas mais frequentes são formar uma família,
estudar, ter um bom emprego...
Entretanto é possível afirmar que essa é a resposta correta?
Será que não falta mais nenhum objetivo na vida além de ter
ou ser alguma coisa?
Será que eu ou você já atingimos os nossos objetivos nesta
vida?
Carl Jung, psiquiatra e psicoterapeuta definiu:
“Self é o elemento
fundamental para a vocação do ser humano.
O self é o ponto
central da personalidade, em torno do qual giram todos os outros sistemas. Ele
sustenta a união desses sistemas, e fornece a unidade, equilíbrio e
estabilidade à personalidade.
Ocorre que o Self se
torna perceptível com o passar do tempo, somente após a personalidade estar
consolidada. Ou seja, a partir da meia idade.
Nesse momento da vida
a pessoa navega pelo consciente e pelo inconsciente. Extraindo de ambas as fontes
conhecimento para solucionar problemas maiores da vida.
Nessa região entre o
consciente e o inconsciente situa-se o domínio do Self. ”
Teoria que explica a sensação que temos, com o passar do
tempo, de um maior domínio sobre nós mesmos e um entendimento mais amplo sobre
as pessoas e coisas que nos rodeiam.
Ter a personalidade segura, estável e situada nesse ponto
especial, entre o consciente e o inconsciente (considerado por alguns como o
grande arquivo de desejos, lembranças e sentidos instintivos), significa um
domínio maior sobre si mesmo, o entendimento de situações conflitivas, tristes,
e o que as causou, abrindo possibilidades para soluções antes inimagináveis.
É a sensação da felicidade real.
É quando ocorre a grande transformação no modo de pensar,
elevando o ser humano à sua plenitude.
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