O IMPEACHMENT DE DILMA, O
SOCIALISMO e especialmente “O LIVRO NEGRO DO SOCIALISMO”
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Celso Ghebz Ghelardino Gutierre - 08/09/2016
Em
decorrência do fato de grande repercussão mundial, o impeachment de Dilma,
decidi escrever minhas ideias a respeito do assunto. Para embasar meus
pensamentos realizei uma pesquisa e descobri fatos documentados sobre o sistema
político que o PT tinha como projeto para o Brasil.
Eu,
particularmente, acredito que Deus,
por vezes, permita que pessoas que não são nenhum modelo de pessoas do bem,
realizem, movidas pela própria ambição pessoal, atos que acabam servindo à
justiça divina. Evidentemente estes agentes desconhecem a nobre missão, todavia
motivados por seus interesses escusos acabam servindo para que o bem se
instale. Indiscutivelmente Eduardo Cunha, Renan Calheiros e outros não são
exemplo de homens de bem, e é a eles que me refiro. Nessa linha de raciocínio
justifico o fato de Janaína Paschoal usar tantas vezes a palavra Deus, pois se
ela vê como salvação o impeachment eu entendo
que Deus está se utilizando dessas pessoas para que o Brasil não caia nas
teias de uma doutrina que não funciona e nunca funcionou em parte alguma do
mundo.
O
socialismo é algo inebriante a ponto de confundir e entorpecer até mesmo algumas
mentes brilhantes. Esse fato é constatado inclusive por estudiosos na Europa,
onde crimes são ignorados, por intelectuais, como se não tivessem existido!
O
Socialismo propõe a igualdade para todos, porém somos diferentes, cada ser
humano é um ser único. Matematicamente se dividíssemos a fortuna do mundo em
partes exatamente iguais para cada pessoa, em
pouco tempo haveria novamente desigualdade, enquanto um tem talento para
multiplicar ou preservar, outro não. A parábola dos talentos no Evangelho é um
exemplo perfeito.
Quanto
à legitimidade eu não tenho dúvidas, até por ser o impeachment previsto na
Constituição Federal. Se há juristas que
não veem motivos para o ato, há maior número deles que veem.
O
estrago está aí para todos verem: 12
milhões de desempregados, inflação
em alta. Desvio de bilhões de reais decorrentes da corrupção nunca antes
vistos...
Aparelhamento
do estado como nunca aconteceu no Brasil. Todos as instâncias do governo
preenchidas com membros do PT, objetivando
a perpetuação no poder.
Os
defensores de Dilma – membros do partido ou de partidos que apoiam o PT – vivem
dizendo que ela lutou pela democracia durante o regime militar, bem como, que o
impeachment foi golpe.
Primeiramente
ela não lutou pela democracia, mas
por uma ditadura socialista ou ditadura
do proletariado.
Algumas
instituições que apoiam o PT agem de forma radical, usurpando a “justiça” do poder judiciário, com o intuito de fazê-la
com as próprias mãos, entre elas destacam-se: MST, UNE, CUT, Sem Teto...
Dizer
que foi golpe é argumento de perdedor inconformado. Não há como dizer que a
imprensa a serviço das elites – jargão socialista – conseguiu mobilizar mais de
2/3 dos brasileiros a favor da cassação, 2/3 dos deputados federais e mais de
2/3 dos senadores da república. O impeachment, como já disse, é previsto na nossa
Constituição, portanto não há caracterização de golpe como argumentam Dilma e
seus defensores.
O cerceamento do livre pensamento
lentamente vinha sendo estabelecido através
de cartilhas escolares e em testes do ENEM. O Exame Nacional do Ensino
Médio (ENEM) de 2015 é considerado o mais polêmico desde sua criação, repleto
de tendências – aqui claramente induzidas – ideológicas. A prova abordou temas
que apoiam a linha de pensamento socialista e ou comunista. Uma das perguntas
abordadas na prova foi a questão das reformas econômicas na China e seu efeito
“negativo” sobre o processo de extinção gradual das classes sociais no país,
que é uma das metas do comunismo. O
trecho omite os efeitos catastróficos que esse processo de extinção de
classes gerou na China desde 1949, quando o Partido Comunista Chinês subiu ao
poder, alienando assim os estudantes sobre os erros cometidos por esse sistema.
Omitindo intencionalmente o que não interessava...
Realizei, repito, algumas pesquisas sobre o
Comunismo/Socialismo e descobri “O Livro
Negro do Socialismo”.
O livro relata Crimes, Terror,
Repressão, é uma obra com vários autores entre professores
e pesquisadores universitários europeus. O livro foi editado por Stéphane
Courtois, diretor de pesquisas do “Centre Nacional de la Recherche Scientifique”,
e foi lançado no 80º aniversário da Revolução Russa, portanto, em 1997. Publicado na França, com o título
O Livro
Negro do Comunismo é um inventário da
repressão política por dos regimes marxista-leninistas – incluindo as
execuções extrajudiciais, as deportações e as crises de fome “Le livre noir du communisme: Crimes, terreur,
répression”.
A introdução,
feita pelo editor Stéphane Courtois, declara: “...os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de
governo”. As estimativas apresentam 94
milhões de mortes, destribuídas da seguinte forma:
ü 20
milhões na União Soviética;
ü 65
milhões na República
Popular da China;
ü 1
milhão no Vietnã;
ü 2
milhões na Coreia do Norte;
ü 2
milhões no Camboja;
ü 1
milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu;
ü 150
mil na América Latina;
ü 1,7
milhões na África;
ü 1,5
milhões no Afeganistão;
ü 10
000 mortes "resultantes das ações do movimento internacional comunista e
de partidos comunistas fora
do poder".
O livro defende explicitamente
que os regimes comunistas são
responsáveis por um número maior de mortes do que qualquer outra ideologia ou movimento
político, incluindo o facismo. As
estatísticas das vítimas incluem execuções, fome intencionalmente provocadas,
mortes resultantes de deportações, prisões e trabalhos forçados.
ü A grande fome russa de 1921,
que causou a morte de 5 milhões de pessoas.
ü O
extermínio de dezenas de milhares em campos de concentração no período entre
1918 e 1930.
ü O Grande Expurgo,
que acabou com a vida de 690.000 pessoas.
ü A
deportação dos chamados "kulaks"
entre 1930 e 1932.
ü O genocídio
de 10 milhões de ucranianos -
conhecido como "Holodomor" - e de 2 milhões de outros durante a fome
de 1932 e 1933.
ü A
deportação dos alemães do Volga.
ü A
deportação dos chechenos em
1944.
ü A
deportação dos inguches em 1944.
O livro, entre outras fontes, usou material dos documentos
secretos da KGB (serviço secreto da
ex-União Soviética) e de outros arquivos
soviéticos.
Sobre os autores: Stéphane
Courtois – diretor de pesquisas no Centre National de la Recherche
Scientifique.
Nicolas Werth – pesquisador do
Institut d’Histoire du Temps Présente em Paris.
Jean-Lous
Panné, especialista em movimento comunista internacional.
Andrzej
Paczkowski, diretor do Instituto de Estudos Políticos da Academia Polonesa das
Ciências e membro da comissão de arquivos do Ministério Polonês dos Assuntos
Internos. (Que tem documentadas as barbáries do domínio comunista após a
invasão realizada pela ex-União Soviética).
Karel
Bartosek – historiador checo e investigador no IHTP (Conhecedor, por ter vivido
sob as monstruosidades soviéticas).
Jean-Lous
Margolin, pesquisador da Universidade da Provença e do Instituto de
Investigação do Sudeste Asiático.
Sylvain
Boulougue, pesquisador associado do GEODE, Universidade e Paris.
Pascal
Fontaine, jornalista, especialista em América Latina.
Rémi
Kauffer, especialista em história dos serviços secretos, terrorismo e operações
clandestinas.
Pierre
Rigoulet, pesquisador do Instituto de História Social.
Yves
Santamaria, historiador.
Deste rol de
autores/pesquisadores dois deles, Nicholas Werth e Jean-Lous Margolin,
discordaram quanto ao número vítimas dos regimes comunistas. Contestaram
publicamente o número de 100 milhões, entendendo que no máximo houve 93
milhões.
Como era de
se esperar o livro e a contestação do número desencadeou apoio e críticas
intensas.
Entretanto
se são sete milhões a mais ou a menos isso não diminui o fato histórico sobre o
preço pago para a implantação da ideologia Marxista no mundo.
A
publicação do Manifesto Comunista, em 21 de fevereiro de 1848, pelo alemão Karl
Heinrich Marx (Karl Marx) marca o estabelecimento da ideologia comunista na
sociedade. O resultado disso foram
cerca de quase 100 milhões de mortes em
um período de pouco mais de 150 anos.
Se
computados todos os danos físicos e
psicológicos causados à população mundial por meio das táticas comunistas
de controle e dominação, conhecidas como os “nove traços” sendo: a maldade, a
hipocrisia, o incitamento, deixar livre a escória da sociedade, a espionagem, o
roubo, a luta, a eliminação e o controle; facilmente esse número passa de um bilhão de vítimas ao longo
desses mais de 150 anos.
O
historiador Tony Judt, analisou juntamente com uma equipe de especialistas o
livro para o “The New York Times”: os fatos e os dados, alguns deles bem
conhecidos, outros confirmados há pouco, pois até pouco tempo eram inacessíveis,
são irrefutáveis. O mito dos fundadores bem-intencionados
- o “czar” Lenine e seus perversos herdeiros – foi apagado de vez. Ninguém
poderá mais clamar ignorância ou incerteza acerca da natureza criminosa do
comunismo.
O desconforto dos socialistas gerou um
livro chamado “O Livro Negro do
Capitalismo” e entre os alegados crimes
do Capitalismo estão as mortes
resultantes do colonialismo e do imperialismo, repressão das classes trabalhadoras
e de sindicatos nos séculos XIX (época da revolução industrial) e XX, ditaduras pró-ocidentais durante a
guerra fria e o rápido regresso ao capitalismo em estados anteriormente
comunistas após 1990.
Um turista
tira fotos de crânios das vítimas do Khmer Rouge exibidos no memorial do campo
de extermínio Choeung Ek, em Phnom Penh, em 4 de maio de 2011. O regime
comunista no Camboja matou quase um terço da população do país (Tang Chhin
Sothy/AFP/Getty Images)
Documentos
e relatos de sobreviventes expõem as atrocidades cometidas pelos regimes
comunistas contra a humanidade.
A ‘Grande Fome’ na China e Ucrânia
Poucos
ocidentais estão informados sobre a sanguinolenta
realidade que predominou na China entre os anos de 1949 e 1976, durante o
período de Mao Tsé-tung (ou Mao Zedong) como líder do Partido Comunista Chinês
(PCC).
Segundo
a publicação “Nove Comentários sobre o Partido Comunista Chinês” o maior número
de mortes da história chinesa foi registrado durante a “Grande Fome” no período
do “Salto para Frente” (1958-1960). O artigo “Grande Fome” no livro “Registros
históricos da República Popular da China” relata que “o número de mortes não naturais e a redução de nascimentos de 1959 a
1961 é estimado em cerca de 40 milhões de vítimas”.
A
Ucrânia também passou por semelhante
processo de dizimação da população através da fome. O ápice foi em 1933, quando
Josef Stalin estipulou novas metas de
produção e coleta de alimentos ao povo ucraniano, que já estava à beira da
mortandade em massa por causa da política de confisco de alimentos iniciadas
anos antes.
De
acordo com Robert Conquest, autor do livro “A colheita do sofrimento” (The
Harvest of Sorrow) nesse período “os
cadáveres estavam por todos os lados, e o forte odor da morte pairava
pesadamente no ar. Casos de insanidade, e até mesmo de canibalismo, estão
bem documentados. As diferentes famílias camponesas reagiam de maneiras
distintas à medida que lentamente iam morrendo de fome”.
A retificação em Yan’an: um “laboratório humano” para opressão
O
Partido Comunista Chinês atraiu incontáveis jovens patriotas para Yan’an em
nome da luta contra os japoneses (1937-1945), mas
perseguiu dezenas de milhares deles durante o movimento de retificação em
Yan’an. Desde que conseguiu o controle da China, o partido descreveu Yan’an
como a “terra santa” revolucionária,
mas não fez nenhuma menção aos crimes que cometeu durante a retificação, de
acordo com a publicação “Nove Comentários”.
O
livro acrescenta que o movimento de retificação em Yan’an foi o maior, o mais sombrio e o mais feroz jogo de poder já
conduzido no mundo humano. Sob o argumento de estar limpando pequenas
toxinas burguesas, o Partido criou um ‘laboratório
humano’ visando acabar com a moralidade, a independência de pensamento, a
liberdade de ação, a tolerância e a dignidade do homem.
Extração forçada de órgãos
A
extração forçada de órgãos é outro grave e sinistro
crime contra a humanidade. Para financiar sua estrutura política, o Partido
Comunista Chinês desde a década de 1980, vem extraindo órgão de prisioneiros políticos ainda vivos.
Esse procedimento se acentuou a partir de 2000, após o início da perseguição ao
Falun Gong, uma milenar disciplina de cultivo da mente e do corpo.
Os
pesquisadores canadenses David Matas e David Kilgour, respectivamente um
respeitado advogado de direitos humanos e um ex-membro do parlamento canadense,
estimam que apenas entre 2000 e 2008, mais de 60 mil praticantes de “Falun Gong” foram mortos por meio de captação de órgãos.
Novas
investigações feitas pelo jornalista, Ethan Gutman, também trazem evidências
que presos políticos e outros “prisioneiros
de consciência” também estão sendo utilizados, para a colheita de órgãos como: cristãos,
tibetanos, uigures e ativistas de direitos humanos.
Consideração final
Marx
afirmava que o Socialismo não é uma
forma de governo, mas é um Estado
policiado e projetado em que uma nação assume enquanto em “transição” de um
modelo capitalista para uma sociedade comunista, enquanto a “utopia comunista”
é o resultado final desejado da plena transição: um mundo sem polícia, sem
propriedade, sem religião, sem classes sociais, até mesmo sem a necessidade de
governo… uma terra imaginária de eterna harmonia.
Entretanto,
na prática o que o Partido Comunista tem feito prova ser ele mesmo um culto do
mal. As doutrinas do Partido Comunista
são baseadas na luta de classes, nas revoluções violentas e ditadura do
proletariado, o que resultou na chamada “revolução comunista” cheia de sangue e violência. O terror
vermelho sob o comunismo vem trazendo desastres a dezenas de países no mundo ao
custo milhões de vidas.
Conclusão (Minhas
considerações pessoais)
OS ERROS (PECADOS) DE CADA SISTEMA
Se é certo
que uma vez escolhido um caminho é preciso segui-lo, também é certo que há
necessidade de contornarmos seus obstáculos e isso exige mudanças de rota. A
rigidez de alguns sistemas políticos não dá a necessária condição de serem
feitas correções e ao manterem-se em uma mesma trajetória não conseguem, e não
conseguiram, evitar os abismos que levaram milhões de pessoas a grandes holocaustos.
Desvirtuando-se do objetivo principal para o qual foram criados: Aristóteles,
em sua obra Política, afirma que “o fim da política não é viver, mas viver
bem”. O conceito que se tem hoje de que a política é a luta constante pelo bem
comum, pela justiça, pelo bom governo, restaura o conceito de Aristóteles, e de
Platão.
SOCIALISMO VERSUS CAPITALISMO
O
Capitalismo não responde também aos conceitos Aristotélicos e Platônicos. É
responsável pelas mortes
resultantes do colonialismo e do imperialismo, repressão das classes
trabalhadoras e de sindicatos nos séculos XIX (época da revolução industrial).
A revolução
industrial ocorreu na Inglaterra que foi antecedida pela revolução agrícola no
final da Idade Média, época em que a agricultura em pequenas propriedades foi
sucedida pelas grandes propriedades, voltadas para a produção em larga escala
com o objetivo de atender também o mercado externo. Muitos pequenos
proprietários foram expulsos de suas propriedades sem nada receber.
Transformando-se em força de trabalho para a indústria que nascia. Surgem assim
os proletários que vendem sua força de trabalho para os proprietários das
fábricas.
Em decorrência
da expansão comercial nos séculos XVII e XVIII a Inglaterra foi a nação que
mais acumulou capital.
Esse acúmulo de
capitais gera um processo de grandes invenções que por sua vez aumentando a
produção geram mais lucros, que estimulam novas invenções. Primeiramente as máquinas para tecelagem,
depois para o transporte, as máquinas a vapor, a siderurgia, técnicas para
produção de energia (carvão), grandes fábricas. Com a produção em massa e os
novos meios de transporte consegui-as distribuir os produtos em regiões
distantes a baixos cusfos.
Politicamente, a
Revolução Industrial, instituiu o “liberalismo econômico”, consolidando o
sistema capitalista.
Socialmente, a
Revolução Industrial, originou nova classe social o proletariado, e o princípio
da luta de classes entre o proletriado e a burguesia.
As condições de
trabalho impostas, onde o trabalhador tinha que se adequar ao ritmo da máquina
e para isso era submetido a uma rígida disciplina, que passavam por multas e
castigos. Além disso, as condições de trabalho eram péssimas, havia exploração
do trabalho feminino e infantil. As jornadas de trabalho ultrapassavam catorze
horas diárias de segunda a sábado.
Sem dúvida o
mundo em momento algum havia atingido tamanho desenvolvimento, porém a um custo
social altíssimo. Custo social que dá origem a ideias que pregam a destruição
do Capitalismo, o Socialismo.
É chegado,
portanto, o momento da busca de um novo caminho.
O pensamento de
Marx baseia-se na lógica Newtoniana que caiu por terra em 1905, quando Einstein
publicou dois artigos que revolucionaram a física: A Teoria da Relatividade e
um novo modo de considerar a radiação eletromagnética, que “definiu” a teoria
da Física Quântica. Portanto assim como a ciência alterou seu paradigma o
conceito social, bem como tudo, muda. O capitalismo e o socialismo não
respondem mais às necessidades atuais. Ambos tem falhas que levam a injustiças.
É necessário que se encontre um caminho que atenda aos anseios e necessidades
dos homens sem que se pague alto preço (proibitivo) por isso.

Celso, é próprio do ser humano, nos país onde impera o livre pensar, o jovem ter uma tendência à rebeldia e ser propício a uma doutrinação feita pelos ideólogos de esquerda. Estes, já em idade adulta, alguns provectos mesmo, de alguma maneira se beneficiam financeiramente da opção ideológica que fizeram e esse fato e apenas ele faz com que permaneçam socialistas. Fui jovem, passei por isso, ainda que em outros tempos, quando os fracassos dos regimes socialistas e comunistas não haviam se consumado de fato. Com a idade vem a razão e passa-se a ver o mundo com olhos mais ponderados. Os movimentos que vemos hoje no país se encaixam, quero crer, nessa ótica. Os baderneiros são jovens que são levados pelo espírito de vandalismo ou estudantes cujos mestres conseguem doutriná-los. Ou, claro, aqueles que são comandados por CUT, MTST e quetais. Salvo raríssimas exceções, desconheço pessoas maduras, bem sucedidas ou não, que desinteressadamente aplaudem os movimentos de esquerda em nosso país. Isso é cíclico e teremos sempre que conviver com essa realidade, somente reprimida com regime de força como já houve no Brasil. Abração do Darci.
ResponderExcluirCelso, é próprio do ser humano, nos país onde impera o livre pensar, o jovem ter uma tendência à rebeldia e ser propício a uma doutrinação feita pelos ideólogos de esquerda. Estes, já em idade adulta, alguns provectos mesmo, de alguma maneira se beneficiam financeiramente da opção ideológica que fizeram e esse fato e apenas ele faz com que permaneçam socialistas. Fui jovem, passei por isso, ainda que em outros tempos, quando os fracassos dos regimes socialistas e comunistas não haviam se consumado de fato. Com a idade vem a razão e passa-se a ver o mundo com olhos mais ponderados. Os movimentos que vemos hoje no país se encaixam, quero crer, nessa ótica. Os baderneiros são jovens que são levados pelo espírito de vandalismo ou estudantes cujos mestres conseguem doutriná-los. Ou, claro, aqueles que são comandados por CUT, MTST e quetais. Salvo raríssimas exceções, desconheço pessoas maduras, bem sucedidas ou não, que desinteressadamente aplaudem os movimentos de esquerda em nosso país. Isso é cíclico e teremos sempre que conviver com essa realidade, somente reprimida com regime de força como já houve no Brasil. Abração do Darci.
ResponderExcluirObrigado pelo comentário Darci. Concordo com suas ponderações.
ExcluirAbração!
Parabéns Celso, adorei o texo! 👏👏👏👏👏
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